.: Diabetes
 .: Tipos de Diabetes
 .: HbA1c
 .: Complicações Agudas
 .: Complicações Crônicas
 .: Disfunção Erétil
 .: Cartão Identificação
 .: Insulina Inalável
 .: Insulina Injetável
 .: Locais de aplicação de Insulina
 .: Monitorização
 .: Bomba de Infusão
 .: Novos Medicamentos
 .: Contagem de Carboidratos
 .: Plano Alimentar
 .: Receitas
 .: Vacinas / Gripes
 .: Ilustrações
 .: Cadastre-se
 .: Eventos
 .: Dicas e Cuidados
 .: Esportes
 .: Links
 .: Na Imprensa
 .: Últimas Notícias
 .: Assessoria Jurídica
 .: Nossos Direitos - Leis
 .: Galeria de Fotos
 .: Parcerias
 .: Dicionário
 .: Fale Comigo
Insulina Inalável



Maioria dos portadores de diabetes tipo 2 não sabe se doença está controlada

Estudo realizado em sete países, incluindo o Brasil, revela que 57% dos pacientes não conhecem seu nível de HbA1c, importante marcador de controle da doença. Entre os brasileiros, o índice de desconhecimento chega a 84%
Poucos são os portadores de diabetes que sabem se a doença está sob controle. Esse foi um dos principais resultados do mais novo levantamento internacional sobre diabetes, realizado com 1.444 pacientes em sete países, incluindo Brasil, pela Pfizer.
Mais da metade dos portadores de diabetes (57%) não soube responder qual era o seu nível de HbA1c, a chamada hemoglobina glicosilada, importante marcador de controle da doença. Esse exame, que deve ser realizado a cada três meses, revela a média de todas as glicemias dos últimos meses.
No Brasil, o índice de desconhecimento chegou a 84%, ou seja, pelo menos oito em cada 10 diabéticos não sabem se estão com a doença controlada. O teste de HbA1c, feito por meio de uma simples coleta de sangue, está disponível no serviço público de saúde. Além de ser a quarta causa de morte no mundo, o diabetes é responsável por sérias complicações como cegueira, amputação, ataque cardíaco e dano aos nervos quando não controlado.
O levantamento, denominado “Optimizing Control in Diabetes” (OPTIMIZE Survey), tinha como objetivo avaliar o conhecimento dos pacientes sobre o diabetes, se os mesmos estavam com a doença sob controle e, em caso negativo, porque o nível de glicemia adequado não era alcançado. Além do Brasil, foram incluídos no estudo, realizado entre julho e agosto de 2005, os seguintes países: Reino Unido, França, Alemanha, Estados Unidos, México e Espanha.

Descontrole
Segundo o levantamento, 61% de todos os pacientes avaliados mundialmente que souberam responder qual era seu nível de HbA1c, mantinham índices de hemoglobina glicosilada acima do ideal. A Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) considera como nível adequado HbA1c menor que 7. Entre os pacientes usuários de insulina que conheciam seu nível de HbA1c, 69% não conseguem alcançar o controle ideal de glicemia. Esse índice foi de 55% no grupo de diabéticos não tratados com a aplicação de insulina.
“Esses resultados são realmente muito preocupantes”, disse o professor Massi-Benedetti, vice-presidente da IDF. “O estudo trouxe uma noção real das atitudes e da condição dos diabéticos. Os dados indicam que, apesar da disponibilidade da insulina, que é uma maneira eficaz de controlar a doença, os pacientes continuam mantendo níveis inadequados”, completa.
O problema se deve a vários fatores, mas principalmente ao não uso ou à utilização inadequada da insulina. Perguntados sobre como se sentiriam se tivessem de usar insulina no futuro, os diabéticos que se tratam apenas com medicamentos orais responderam que gostariam de evitá-la em 46% dos casos.
No Brasil, o índice de recusa é ainda maior, 52%. Trinta e cinco por cento disse que aceitaria o tratamento e 13% que ficaria apreensivo, caso o médico recomendasse a terapia. Entre os pacientes que já se tratam com a insulina, o problema está relacionado à forma de administração, atualmente feito por meio de injeções.
No mundo há cerca de 194 milhões de diabéticos tipo 2, mas a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, em 2030, o número aumentará para 366 milhões de portadores. A IDF calcula que os custos diretos da doença cheguem a US$ 286 bilhões. Pode-se dizer que cada país gasta entre 2,5% e 15% de sua verba para saúde com o diabetes. No Brasil, a doença atinge cerca de 5 milhões de pessoas com mais de 40 anos.
Vale ressaltar que grande parte dos diabéticos, 35%, também apresenta hipertensão arterial. Entre os brasileiros avaliados, a prevalência chegou a 59%.
Para repercutir os resultados do levantamento, sugerimos entrevista com o endocrinologista Freddy Goldberg Eliaschewitz, pesquisador da Universidade de São Paulo (USP).
Fundada em 1849, a Pfizer é uma indústria farmacêutica de origem norte-americana que pesquisa, desenvolve e comercializa medicamentos líderes nas áreas de saúde humana e animal, além de algumas das marcas mais conhecidas no setor de consumo. Presente em mais de 180 países, a empresa está no Brasil desde 1952 e, atualmente, tem cerca de 2 mil funcionários.

CDN – Companhia de Notícias
Eliana Aguiar
(11) 3643-2774
elianaaguiar@cdn.com.br

Blog Diabetes é isso aí.


Accu-chek Perfoma Nano

Cartão de identificação

Cadastre-se já

Siga-nos no twitter